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Do outro Lado

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

O pescador

(impossivel não deixar registrado aqui uma homenagem ao homem que me ensinou tudo que essa vida poderia mim oferecer, meu Pai que hoje olha por mim do alto.)

É com uma enorme lacuna aberta à força em meu peito que derramo sobre está página toda saudade que o grande homem, avô, bisavô, pai, meu pai e de mais onze irmãos, um pouco da grandeza que era Reinaldo Siqueira de Miranda, lembro-me de ficar ali sentado num canto, ouvindo suas historias (que não eram poucas) sobre sua vida, do menino nas ruas de Jaraguá que passou fome (muitas vezes chegando a desmaiar), até suas aventuras na Europa, como conquistou o mundo.
Boêmio assumido, poeta, amante, da vida e de várias mulheres, um homem inteligente que gostava de viver a vida intensamente, marreto, brigam, sonhador, alegre, feliz, amado por muitos, invejado por alguns, assim era esse homem tão especial, construiu uma vida, deu luz a um povoado conhecido mundialmente, de seu sonho nascia à praia do francês; esse homem nos ensinou com toda sua garra e coragem, o valor de cada objetivo alcançado na vida, nós somos totalmente responsáveis por nosso caminho, por nossa historia seja ela boa ou não, nos mostrou o peso de carregar o sobrenome Siqueira (privilégios o qual muitos ainda não entendem), esse moleque crescido que não desejava nada mais que seus filhos por perto, um homem que não sabia o significado da palavra fim, alguém que deixara saudades eternas nos corações daqueles que o amavam sem limites, usurpando as palavras e filosofia de vida deste homem termina minha singela homenagem a esse titã que era seu Reinaldo. “Ontem não me lembro, hoje estou vivendo e amanha não estou sabendo” e citando uma frase muito cantada por ele em nossas andadas por esta vida “e por falar em saudade, onde anda você”... Agora estas no céu meu pai, do lado de deus, ouvido todas as manhas os programas de rádio celestiais acompanhado de um copo de uísque ao lado de seu filho Rubian que teimou em ir antes de te e agora te recebe com todo amor e carinho que nos mantemos por aqui, Te amamos muito, até um dia.
Postado por Luiz Siqueira às 06:00 3 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Amor, palavras e insônia...

(Texto colaboração e inspiração Julien Costa)

A noite está propositalmente nua e fria, ela também está triste, pois, sem tua presença aqui a meu lado, como a mais doce e desejada dos mortais. Lança-me a um oceano profundo de águas ferventes assim como a vontade que tenho de te amar. Eu sei que não tenho dinheiro, sei que sou um artista, sem muito para oferecer a não ser o efêmero, porem, dar-lhe-ia uma vida da mais alta nobreza, lhe - cobriria do maior amor que um homem já sentiu por uma mulher, isso vale mais que dinheiro... Posso ate não ter estabilidade ou o status que a sociedade impõe, mais sei que seria o pai ideal para seus filhos... Eu sei que não sou o príncipe encantado(até porque acredito que quase sempre os príncipes, viram sapos), mas, sei que minha ideologia e minhas crenças são mais interessantes que o narcisismo medíocre e vazio, e como você diz, ‘beleza se apaga’(nós envelheceremos)... Eu sei que também não sou muito engraçado (mas posso ser se preciso for) admito ser DESASTRADO, porém, garanto que ao meu lado só deixaria de derramar esse sorriso contagiante para encostar teus doces lábios nos meus uma outra vez.. (E outra, mas outra e tantas mais). Admito o quanto minha vida é conturbada e sei que é difícil encara-la de frente, entretanto basta escutar sua voz de seda, suave para as buzinas irritantes (O STRESS) do cotidiano se transformar em belos cantos dos pássaros... A noite vai dando lugar à madrugada cinzenta ainda propositalmente fria e triste, e agora é com ela que compartilho minha dor de não tê-la em meu colo... Agora eu sei o quanto o amor dói nos tira do serio deixando um completo vazio na alma, se isso é amor, faria o que fosse para viver outra vez tudo de novo, nada para mim importa além do Teu corpo.. Teu olhar... Teu sorriso.. Velar o teu sono me bastaria...
. É, eu sei como machuca está longe de quem se ama, estamos tão pertos através de palavras e lembranças que às vezes esqueço que doze horas separam-me de tuas linhas perfeitas.. Que a distância geográfica é ainda maior quando se olha no mapa. Escrevo para afugentar a minha frustração, o mundo está amando, todos que passam por mim estão (in) felizes, estão com alguém, e eu só vejo você, estou sozinho no meio da amante multidão... Como sofro por saber tantas coisas, às vezes acho melhor ser ignorante e apático à vida, assim poderia esquecer de todos os problemas... Às vezes pergunto-me porque a vida não poderia ser mais simples, como um sorvete, um bom pedaço de chocolate, ou como um simples desenho de criança, sem intenção e sem maldade... Acho mesmo que deveríamos viver mais de uma vida ao mesmo tempo sem fazer ninguém sofrer.. (doce ilusão). É, acho que deveríamos ter duas vidas, já que não temos dois corações... Esse sentimento que brota da alma, muitas vezes no jogam na lama da solidão. Juntos, somos um, separados, somos metade. Metades que se encaixam, metades únicas, feitas com um único molde, ou seja, não adianta juntar outra metade, pois ela não se encaixará... Nossos segredos serão guardados numa caixa de Pandora....
A única coisa que tenho certeza é que te amo te amo, te amo...
O dia vai raiando sem pressa alguma, enfim o sono vai tomando conta de mim, ainda bem, é hora de sonhar com teus beijos, abraços, seios e sorrisos e... Eu também sei que não posso perder toda e qualquer oportunidade de dizer (escrever quase todas essas palavras) todas essas palavras..Essas Palavras... Palavras... P A L A V R A S.....

Tua liberdade, e a minha prisão parecem uma espécie de tortura ou feitiço, “O feitiço de Áquila”.
Dois amantes separados pela distância, pelas circunstâncias, cabe a nós desistirmos ou esperarmos, o próximo capítulo que o destino nos reserva. Nossa história parece mas roteiro de cinema, daqueles de prender o fôlego, e derramar centenas de lágrimas, mas que Quando surge o famoso: THE END, você não acredita que é possível existir histórias assim, desliga a TV e vai dormir para esquecer...
Postado por Luiz Siqueira às 05:51 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Nosso

O amor voltou atrás, afobado, cansado e com pressa bateu em minha porta, me sorriu novamente e sem demoras disse-me que ganhara uma segunda chance, disse que era preciso dessa vez correr atrás, enxergar bem mais a frente do que se pode ver ir além dos limites, superar a razão, emoção, ser mais sentimento, ser eu mesmo por alguns segundos, ser seu pela eternidade. O amor apareceu, e me trouxe novamente a paz ao mesmo tempo bagunçou tudo dentro de mim...
Esse tal amor é destemido na mesma medida me impede de tantas coisas e me faz temer algo que ainda não sei; apenas sei que o medo maior, é o de não ter por não ter arriscado a abandonar uma vida que já não sei se me faz tão bem. Esse amor é algo vivo que brota de uma saudade inexplicavelmente além de nossos corpos, que trás alegria, vontade, desejos e ao mesmo tempo causa sofrimento e dor por estar longe, uma distancia que nos consome por inteiro quando olhamos o mapa, quilômetros que não são suficientes para afastar os corpos (o poder do pensamento é maior), afinal como dizem por ai, Quem disse que para estarmos juntos é preciso estar perto? .Existe uma ligação cósmica, que me tira de mim e me transmite aos seus braços, um largo vazio preenchido com nossa imaginação que se completa e se transmuta em verdade, em amor, desejo, nos fazendo transpirar, sentir outra vez a emoção de estar dentro do outro
A volúpia de sentir a respiração... A vontade de sentir seu peito novamente... Voltar ao passado e deletar o por quê? De essa vez responder todas as perguntas, Trás a vontade de mandar o medo embora, apagar o "se", e trazer você de novo para fazer parte da minha vida, arrancá-lo do pensamento e trazê-lo pra perto de fato, sem medo, esquecer da vida em seu mundo, apagar o então e recomeçar o era uma vez, abandonar nosso retrato e beijar tua boca por mais mil anos. Mergulhar em teus lábios, deslizar por sua pele, abraçar você e nuca mais largar, para que não corra o risco de te perder novamente.
Olhar-te em quanto dorme, e levantar sorrindo por saber que você esta ali ao meu lado, e que isso tudo é real e não apenas ilusão. Recomeçar um amor sem fim e sem limites, Para que um dia ai sim possa contar aos nossos como foi; e começar com um Era uma vez...
Postado por Luiz Siqueira às 05:17 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Vende-se

Vende-se um pisciano sonhador, a procura de um amor que nunca desembarca de seus sonhos, alguém que possa amá-lo sem medida, destemida da vida e do por vir, quem possa abraçá-lo no frio, no calor mergulhar em seus delírios, com fôlego e paciência suficiente para amar e ser amada 25 horas por dia.
Procura-se uma dona atenciosa, com bom humor e de bem com a vida, mas que traga seus medos e receios para que todos possam ser quebrados e apagados, deixados pra trás com todo resto de sua vida até antes dali, alguém disposta aprender as entrelinhas da vida, alguém disposta a ensinar verdadeiramente a esse pisciano vagabundo o que é amar.
Vende-se um cidadão cansado de aventuras, vivendo de costas pra razão e a procura sempre de perdão, o seu, oferta-se um pisciano assanhado, safado e carente, alguém que deita sobre a areia fina e rapidamente molhada, abre os braços e deixa a brisa do mar acertá-lo enquanto conta as estrelas.
Procura-se um porto seguro, um corpo ardente, perfeito e delicado, uma alma carinhosa, que sempre queira estar dentro do outro, que sinta o beijo molhado, os lábios quentes, o toque dos pêlos, alguém que tenha segredos e milhares de desejos. (vou realizar um por um).
Vende-se um homem, que encontra em ti toda inspiração para seguir em frente na vida, olhando para o lado e vendo tua matéria ali num futuro bem próximo que chega lentamente, vende-se um homem de carne e osso, com a cabeça nas nuvens, perto de Deus e o pensamento em seu quarto, vende-se um coração machucado, sofrido, esquecido num canto qualquer, mas repleto de vontade de começar tudo de novo.

Eu existo, sou de carne, osso e desejo por você, olhe para o lado e me veja, estarei por perto!


(colaboração de uma velha amiga e nova escritora)
Postado por Luiz Siqueira às 19:45 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Beijo Tinto

Nos lábios do vinho, o beijo.

Na boca da taça o gosto da boca amarga.

Na ponta do escuro, os dedos.

Descobrindo caminhos entre bocas e pêlos.

Nos lábios do vinho o desejo;

A vontade de ter, querer, de poder...

No silencio do olhar,

Vendar para desvendar.

No gole do cigarro,

De acender o vinho.

Alimentando as batidas interruptas

De um alado coração machucado,

Dividido, partido entre razões e razões...

No sabor da fumaça o balé do tinto,

A embriaguez moral do amor,

Na volúpia de vontades reprimidas

No fundo dos copos manchados

De vermelho.

Nos lábios do outro o gosto do beijo,

No outro do ninho os efeitos do vinho.

‘Nos verbetes de uma garrafa a vontade de estar longe, de aproximar-se do ser para deixar de não ser, no atraso da paixão, uma canção para embalar a dor e a frustração. Nos lábios do vinho, palavras, disparadas, jogadas contra o nada que te consome, consomem e não te respondem nada (pelo menos não o que você quer ouvir), no último pingo, as lágrmias... ’

Postado por Luiz Siqueira às 04:41 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

domingo, 12 de julho de 2009

oceano

Alguns passos para chegar a um lugar guardado apenas na memória;
Um olhar com receio, pitadas de medo e esperança a gosto;
Um sopro de quem apaga as velinhas para tirar toda poeira;
As mãos suadas e geladas, escorregadias para abrir a velha tampa;
Outro olhar, admirado, surpreso, brilhante, outro olhar emocionado;

Paciência para esperar a coragem chegar e o momento certo de atirar-se ali outra vez;
Perder o juízo, atravessar tudo o que for preciso para chegar até você;
Vontade de transformar e remontar o que passou, é o que transborda de mim;
Apagar os “Se” de todas as frases que lembram nós dois;
Tirar você da memória e trazer mais que para perto, para dentro;

Busco você do outro lado da tela que nos aproxima numa investida frustrada;
Se a distancia entre nossos corpos fosse de alguma maneira menor, lhe daria tudo em dobro.
Se a distancia puder ser quebrada e de alguma forma vencida dar-te-ei muito mais que carinho e amor, me daria a você.
Postado por Luiz Siqueira às 18:28 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Enxergar


Acredito que todos que trabalham com comunicação deveriam assistir esse filme e repensar algumas coisas, acredito que todos deveriam assistir esse filme e redescubrem sua maneira de vêr as coisas.
Postado por Luiz Siqueira às 17:44 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

sábado, 11 de julho de 2009

Vício

Hoje tomei uma dose a menos de você. Levantei-me na gélida e insensível madrugada, o sono há horas já tinha se despedido de mim, virei e revirei na cama larga que solitária implorava por outro corpo, contra a minha vontade coloquei esse corpo nem tão velho, mas cansado dessa vida estranha de pé, alguns passos tateando sob o feixe de luz que invadia a janela juntamente com aquela música de ontem de pano de fundo, as buzinas, tin tin dos copos e os latidos dos cachorros acompanhavam toda aquela sinfonia.
Pronto já estava no banheiro, de fronte ao espelho que refletia na minha cara toda uma historia num insuportável filme, pude assistir minhas alegrias, rever todas as minhas frustrações e principalmente minhas desilusões amorosas (que não foram poucas), nesse filme de amor com roteiro de segunda e um diretor desmotivado e previsível.
Lavei meu rosto tentando apagar de alguma forma todas as marcas de um passado pouco distante que poderia ter sido bem diferente, abri a farmácia, um minuto de alivio, pois o espelho já mostrava outra vida insuportável que não a minha, a vítima agora era o pobre azulejo que passará os seus dias inteiros ali, preso a uma rotina de banho e mau cheiro, meu indicador direito acompanhou meus olhos atrás de uma fuga, meus pensamentos precisavam voltar para perto de mim, deixar sua casa, tomar um táxi e voltar para aquele quadrado que lhe cabia nesta terra, foi então que vi você, no lugar de sempre, tentando outra vez me seduzir, meu vício assumido, desmedido e ousado, mas como todos os vícios, maléficos. “Porque não mais uma vez afogar-me em suas curvas, esquecer quem sou fugir de mim e por breves instantes ser melhor ou apenas não ser nada?” Meu medo é da overdose, de não conseguir largar você, pensar na possibilidade de outro sentir o mesmo me consome e me traga a cada novo segundo, o relógio acelera como se me pressionasse “Ia i, como vai ser?” meus olhos eram duas grandes bolas de fogo que teimavam em continuarem abertas por causa de ti, as mãos apoiadas sobre a pia, o tronco reclinado para frente, posição da derrota, pensava em acender mais um cigarro se eu fumasse, só para quebrar o gelo, eu quero você, eu preciso de você, será? É hora de retrair os passos, para trás um de cada vez como se volta uma velha fita de vídeo, fecho as portas que me leva até você, o espelho me olha outra vez, “agora não, já não tenho medo de você”, acho que já posso o encarar, mas só acho até quando ele permanecer calado volto à cama, deito, fecho a cortina e recolho-me aos meus monstros, fico quieto, sereno, esperando o tempo passar, esse que cura tudo, leva e trás todas as coisas para perto e para longe, o tempo que vai me dar coragem e hoje tomei uma dose a menos de você.
Postado por Luiz Siqueira às 07:56 1 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

terça-feira, 7 de julho de 2009

Dou outro lado dela

O silencio e a solidão brota dentro de mim uma angustia e ansiedade que não me cabem.

Adoeço ao imaginar outro toque do outro em ti, o beijo na pele macia, as juras românticas alimentadas pelo momento proferidas e jogadas ao tempo, esse que castiga e ensina cada passo dessa vida...

Já não existe concentração ou um mínimo de direção que não me levem a seu quarto (mesmo nunca estando lá antes), preciso pensar, esquecer um pouco de você, tentar sentir...

Menos você e aprender a sentir mais por você, essa obsessão de desejo, sem pudor, repleto de vontade e intenções, más como nós; parafraseando sempre o perigo...

Estou preso em grades invisíveis, com algemas de ouro, um pássaro incapaz de voar por medo de atirar-se ao céu, um anjo caído devido ao ciúme que chegou antes do amor, será?

À noite, saio de mim vago até chegar ao seu quarto, empurro o outro do seu lado e me deito, as pontas dos dedos descobrem primeiros seus pés e continuam subindo até desenhar sua boca e devolver o sorriso roubado por Monalisa.

Cuidado, embora ainda permaneça com minhas asas, sou de carne, osso e sofrimento; machuco-me fácil, me apego rápido; pego-me todos os dias embriagado de paixão, mas posso esquecer tudo na próxima estação.

Do outro lado dela, vejo a vontade: de viver, ser feliz, entregar-se de alma, verdadeiramente atirar-se ao novo sem pensar no que fica pra trás, do lado dela, vejo também incerteza, medo e amor, de uma forma torta, mas sim, do outro lado de lá eu vejo amor e não é por mim.

Sou um andarilho da caneta e do papel, um pisciano a procura de algo que ainda não sei o que é! Quer me ajudar?
Postado por Luiz Siqueira às 20:13 1 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Palavras do mestre

"Sempre precisei de um pouco de atenção, acho que não sei quem sou
só sei do que não gosto..."
Postado por Luiz Siqueira às 21:45 0 comentários Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
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